Home Data de criação : 06/11/03 Última atualização : 08/10/06 06:40 / 437 Artigos publicados
 

.:Briefe:.

Nephente  (.:Briefe:.) escrito em segunda 22 setembro 2008 04:48

Pense em tudo de bom na sua vida só é temporário
Pense em todos os lados positivos na vida
Eles nunca duram pra sempre

Então beba para esquecer
E submerge toda sua tristeza
Enterre seus sonhos
Escolha refinaria de mente

Todas as lágrimas e os medos
e as mentiras e os gritos e o...
(Nepenthe)
Todas as lágrimas e os medos
e as mentiras e os gritos do passado

Quando a luz do escolhido morreu
Quando o Mestre é o escravo à vida dele

Todos os medos e as lágrimas
e as mentiras e os gritos e o...
(Esqueça)
Todo o amor e o ódio
e o ódio e o ódio para você - meu amor

Quando a luz do escolhido morreu
Está na hora para fazer algo direito
por uma vez, deus condenou!

Então beba para esquecer
E submerge toda sua tristeza
Enterre seus sonhos
E escolhe Catarse!

Todas as lágrimas e os medos
e as mentiras e os gritos e o...
(Vingança)
Todo o ódio no mundo é o poder o derrubar!

Quando a luz do escolhido morreu
Está na hora para pagar por seus crimes

permalink

Luzes  (.:Briefe:.) escrito em sexta 15 agosto 2008 22:22

Neste abismo encontrado
Está uma criança queimada por dentro
Ninguém tem mais esperança alguma
Ossos quebrados, feridas sangrentas
Me salvam da direção da terra
Fechar o sol me concede sossego
Em rolos pobres
É tão bonito
O mundo fora desta cela
Com um olhar sombrio
Observando onde eu nunca estarei

Rezei para estar livre
Paralizado
Deus não vai aparecer
Quanto todas as luzes apagarem
É meu único desejo morrer

Me liberto do seu reino de terror
Muitas vezes jurei morrer
Por que o sangue que não perderei me mata?
Me salvam da direção da terra
Fechar o sol me concede sossego
Em rolos pobres
É tão bonito
O mundo fora desta cela
Com um olhar sombrio
Observando onde eu nunca estarei

Rezei para estar livre
Paralizado
Deus não vai aparecer
Quanto todas as luzes apagarem
É meu único desejo morrer

Me faça prometer que se eu ver a sua cara de novo
Farei você pagar pelos anos de abuso
Vai se foder
Te amarrar, te fazer sangrar, te cortar
Membro por membro; por muitos

permalink

Ascendência  (.:Briefe:.) escrito em sexta 15 agosto 2008 22:22

Essa vida inteira se cobriu em um véu
Em associação de decepção
Mas agora eu iria testemunhar
Com olhos abertos
Judas eu te enterrei com seu próprio sangue
Você só me apoiou para o que era pra eu ser
Escalei por cima das cinzas do mundo que eu já conheci
Ascendência é a única coisa que isto vai provar
Eu espalhei o combustível com raiva
Desejo
Para incinerar tudo – eu contemplo a elevação – fênix
Escalei por cima das cinzas
Escalei por cima de tudo

permalink

Ayris  (.:Briefe:.) escrito em sábado 21 junho 2008 23:28

Eu olho pra você, olhando pra mim
Sinto como se um sentimento fosse o significado
E como se o seu corpo se movesse com o meu
E como se eu tivesse fora do tempo

E novamente
Pacientemente eu tenho esperado
Para chegar esse momento

Depois dessa noite
Você vai lembrar?
O quão doce e doloroso
Voce me deu a mao
E me puxou mais perto
Depois de você ir
Voce vai retornar pra me amar?
Depois dessa noite começa a esconder

Eu sinto teu toque me acariciando
Esse sentimento é tudo que eu sempre precisarei
Com todos os beijos dos seus doces lábios
é como se eu estivesse flutuando fora do tempo

Sozinho com o dizer
Se você sentir da maneira que eu sinto
Quando eu olho nos teus olhos

Depois dessa noite
Você vai lembrar?
O quão doce e doloroso
Voce me deu a mao
E me puxou mais perto
Depois de você ir
Voce vai retornar pra me amar?
Depois da noite, surge o dia

Novamente, e novamente
eu tenho esperado pacientemente
Para chegar esse momento

Depois dessa noite
Você vai lembrar?
O quão doce e doloroso
Voce me deu a mao
E me puxou mais perto
Depois de você ir
Baby você vai retornar para me amar?
Depois da noite, surge o dia
Depois dessa noite, começa a esconder.

permalink

The Unforgiven  (.:Briefe:.) escrito em sábado 21 junho 2008 23:28

Sangue novo junta-se a esta terra
E rapidamente ela é conquistada
Pela constante dôr e desgraça
O menino aprende as regras deles

Com o passar do tempo a criança cresce
Este pequeno chorão portou-se mal
Privado de todos os seus pensamentos
O jovem luta, sem para e por isso fica conhecido
Um juramento a si mesmo
Que nunca a partir deste dia
A sua vontade lhe irão roubar

O que eu sentia, o que eu sabia
Nunca transpareceu no que eu mostrava
Nunca ser, nunca ver
Jamais verei o que poderia ser

O que eu sentia, o que eu sabia
Nunca transpareceu no que eu mostrava
Nunca livre, nunca eu [mesmo]
Por isso nomeio-vos de imperdoáveis

Eles dedicam as suas vidas
A acabar com a dele
Ele tenta agradá-los
Este homem amargo
Por toda a sua vida
Constantemente batalha
Esta luta que ele não pode vencer
Um homem cansado que eles vêem, mas ele já não se importa
O velhote então prepara-se
Para morrer cheio de arrependimentos
Este velhote aqui... sou eu

O que eu sentia, o que eu sabia
Nunca transpareceu no que eu mostrava
Nunca ser, nunca ver
Jamais verei o que poderia ser

O que eu sentia, o que eu sabia
Nunca transpareceu no que eu mostrava
Nunca livre, nunca eu [mesmo]
Por isso nomeio-vos de imperdoáveis

Nunca livre, nunca eu [mesmo]
Por isso nomeio-vos de imperdoáveis

Vocês rotulam-me, Eu rotulo vocês
Por isso nomeio-vos de imperdoáveis

permalink